Meia hora, meia dúzia, meia entrada ou meia no pé? A relação dos estrangeiros com as palavras polissêmicas

As palavras polissêmicas sobre a ótica dos estrangeiros

Em um de nossos artigos abordamos o assunto polissemia – quando uma mesma palavra possui significados diferentes. Se por questões gramaticais o português já é um idioma naturalmente difícil, essas palavras polissêmicas constituem um desafio a mais para os estrangeiros, já que sua tradução somente faz sentido dentro de um determinado contexto. Até mesmo para estrangeiros provenientes de outros países de língua portuguesa.

Para ilustrar as confusões que essas palavras podem causar, o jornalista Robert Rabat Chame publicou um diálogo entre um africano e um brasileiro. A conversa é, no mínimo, divertida e curiosa! Confira abaixo:

O português praticado no Brasil …

“Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza:

– Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.

– Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?

– Sou de Maputo, Moçambique.

– Da África, né?

– Sim, sim, da África.

– Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.

– É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade…

– Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.

– Desculpe, qual sala?

– Meia oito.

– Podes escrever?

– Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.

– Ah, entendi, *meia* é *seis*.

– Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização   do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?

– Quanto tenho que pagar?

– Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.

– Hmmm! que bom. Ai está: *seis* reais (…)”

Leia a continuação da conversa nesse link: http://bit.ly/1VuvGbF

E, se precisar de serviços de tradução, conte com a Korn Traduções, tradutores qualificados nos mais diversos idiomas!

meia-no-pé-meia-hora-meia-duzia
Em uma conversa entre um africano e um brasileiro, a palavra “meia” é empregada diversas vezes e, em cada uma delas, com uma designação diferente, confundindo o estrangeiro em relação ao seu significado.
[:en]Em um de nossos artigos abordamos o assunto polissemia – quando uma mesma palavra possui significados diferentes. Se por questões gramaticais o português já é um idioma naturalmente difícil, essas palavras constituem um desafio a mais para os estrangeiros, já que sua tradução somente faz sentido dentro de um determinado contexto. Até mesmo para estrangeiros provenientes de outros países de língua portuguesa.

Para ilustrar as confusões que essas palavras podem causar, o jornalista Robert Rabat Chame publicou um diálogo entre um africano e um brasileiro. A conversa é, no mínimo, divertida e curiosa! Confira abaixo:

O português praticado no Brasil …

“Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza:

– Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.

– Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?

– Sou de Maputo, Moçambique.

– Da África, né?

– Sim, sim, da África.

– Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.

– É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade…

– Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.

– Desculpe, qual sala?

– Meia oito.

– Podes escrever?

– Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.

– Ah, entendi, *meia* é *seis*.

– Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização   do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?

– Quanto tenho que pagar?

– Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.

– Hmmm! que bom. Ai está: *seis* reais (…)”

Leia a continuação da conversa nesse link: http://bit.ly/1VuvGbF

E, se precisar de serviços de tradução, conte com a Korn Traduções, tradutores qualificados nos mais diversos idiomas!

meia-no-pé-meia-hora-meia-duzia
Em uma conversa entre um africano e um brasileiro, a palavra “meia” é empregada diversas vezes e, em cada uma delas, com uma designação diferente, confundindo o estrangeiro em relação ao seu significado.
[:es]Em um de nossos artigos abordamos o assunto polissemia – quando uma mesma palavra possui significados diferentes. Se por questões gramaticais o português já é um idioma naturalmente difícil, essas palavras constituem um desafio a mais para os estrangeiros, já que sua tradução somente faz sentido dentro de um determinado contexto. Até mesmo para estrangeiros provenientes de outros países de língua portuguesa.

Para ilustrar as confusões que essas palavras podem causar, o jornalista Robert Rabat Chame publicou um diálogo entre um africano e um brasileiro. A conversa é, no mínimo, divertida e curiosa! Confira abaixo:

O português praticado no Brasil …

“Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza:

– Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.

– Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?

– Sou de Maputo, Moçambique.

– Da África, né?

– Sim, sim, da África.

– Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.

– É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade…

– Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.

– Desculpe, qual sala?

– Meia oito.

– Podes escrever?

– Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.

– Ah, entendi, *meia* é *seis*.

– Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização   do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?

– Quanto tenho que pagar?

– Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.

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Em uma conversa entre um africano e um brasileiro, a palavra “meia” é empregada diversas vezes e, em cada uma delas, com uma designação diferente, confundindo o estrangeiro em relação ao seu significado.
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